quinta-feira, 17 de março de 2011

Primeira postagem dos EUA!!!


E aí, galera!
Até que enfim estou postando notícias, mas aqui em casa ainda não tenho internet...
Bom, vamos começar pelo começo. E para ser assim, preciso agradecer a todo mundo, primeiramente à minha família, por todo o apoio que me deram desde que a ideia surgiu. Meu pai, minha mãe e meu irmão não deixaram de me incentivar em momento algum, e também não mediram esforços para que hoje eu pudesse estar escrevendo tudo isso de outro hemisfério. Em segundo lugar, gostaria de agradecer a Sol, que aceitou trocar aquele “bendito” Day2 comigo no dia e na hora certa, o que me faz agradecer em terceiro lugar o Éderson, popular Johnnie, por ter me ajudado desde o começo, e quando digo ‘desde o começo’ é porque foi dele que surgiu a oportunidade de fazer a viagem.
Tenho também que agradecer aos meus amigos por se mostrarem amigos reais em todos os momentos, me instigando a ir atrás daquilo que sempre quis e provando de várias formas que apesar da distância existir, ela não vai deixar com que nada mude, pelo menos não para pior. E a todas às outras pessoas que de um modo ou outro me ajudaram nessa conquista.
Agora vamos ao que interessa: galera show de bola lá na rodoviária no sábado à noite para me dar um tchau. Chorei, sim... chorei muito. E não eram lágrimas de tristeza (tá, um pouquinho, sim, admito), eram lágrimas de felicidade, de quem estava dando mais um passo para perto daquilo que um dia pareceu um sonho distante. Eram lágrimas de quem se afastava das pessoas que ama, mas que sabe que vão estar sempre prontas para estender uma mão quando preciso. A viagem até POA foi bem boa. Encontrei uma galera de Erechim no ônibus e conversamos um pouco, mas dormi quase o tempo todo (sim, eu dormi... hahaha). Cheguei em POA e mandei uma mensagem para o Bruno, que logo apareceu com a Lia e me fizeram companhia. A Lia foi embora mais cedo, mas o Bruno ficou comigo até a hora em que fui para meu portão de embarque. A viagem foi bem tranquila. Cheguei em SP e depois me encontrei com a Mari (minha prima a caminho de Johannesburgo), comemos e fui com ela até o portão de embarque dela. Depois fiquei vagando até encontrar o Renato, fizemos nosso check-in, encontramos a Débora e fizemos toda a burocracia de preencher papeis e passar pela segurança. Embarcamos no nosso American Airlines (coisa mais linda do mundo... hehehe) e partimos para Dallas. O avião era enorme. Pegamos um pouquinho de turbulência, mas foi pouca coisa, e mais uma vez, dormi um monte, exceto nas horas em que estava comendo. =D
Umas 10 horas depois, chegamos em Dallas e começamos as fotos ainda no caminho da imigração. Logo em seguida, o Marcos também chegou. Tudo correu bem, conforme esperado, e fomos despachar nossa bagagem para Saint Paul. O aeroporto de Dallas é enorme, e para irmos para nosso portão de embarque tivemos que pegar um trem que leva todo mundo de um lado para o outro (sem piloto nem nada do tipo, tudo automático, show de bola). Ah, e as pessoas são muitíssimo educadas. De Dallas para Saint Paul a viagem foi rápida, umas 2 horas e meia. Chegamos e encontramos o Camilo e outros guris brasileiros que vão fazer o estágio com nós. Não estava muito frio, um pouco mais que 0°C... hehehe. Mas tinha neve acumulada em tudo que era lado. Estávamos com fome e fomos almoçar no Old Country Buffet, onde nós encontramos nosso primeiro “All you can eat” (mais ou menos “Tudo que você pode comer”) por ridículos SEVEN DOLLARS!!! Hahahaha. Eu comi uns 14, eu acho. ^^ (...)

Ainda não terminei o post, mas tô sem tempo para terminar ele agora e tá na hora de sair para comemorar que passei no teste teórico para tirar minha carteira de motorista... e hoje é St. Patrick’s Day, não posso ficar em casa... hehehe.
Se cuidem e volto logo com mais notícias.  Fiquem tranqüilos que aqui tá tudo ótimo.
Beijos e abraços.
Com saudades,
Dudu.

PS: escrevi isso quarta à noite, mas só consegui postar agora. Aqui são 6:50pm.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Feelings


And then, suddenly, out of nowhere, there comes a fear
A strange feeling
And you just don’t know why
You feel like you’re empty
But couldn’t be any happier
And you try and understand it
But you just feel powerless
Like there’s nothing you can do
You feel life pumping in your veins
And see shadows closing in
And you realize you have everything
But something’s missing
And you’re not quite sure you want it
‘cause maybe this just isn’t the proper time
And you make decisions not for your own good
But for the others’
And see that the right path is not the easy one
So you learn to choose
And discover that you’ve grown
But you’re still yourself
As it was meant to be
And end up feeling peace
And then, suddenly, out of nowhere, there goes that fear…


Escrito em 23/01/2011.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Changes


It’s funny how a short moment can change the course of an entire life...
Suddenly you’re just not willing to do something you should - the next moment you’re closer you’ve ever been to your biggest dream.
Things seem to be so simple and much more complex at the same time.
You realize you could have enjoyed your time better… and at the same time you think you did the best you could.
Some people become even more precious than they were, while some prove to be just one more to the statistical analysis and end up not making any difference…
But I guess that’s just what life’s all about…
People come and go... some leave you profound marks you won’t ever forget… some are gonna be forever printed inside your eyelid and every time you close your eyes, they’ll just pop up into your sight like vivid pictures… some are gonna cause teardrops to stream down your face… and that’s not a bad thing.
But life goes on after all… we keep on collecting people to out “unforgettable” folder and keep on learning how to make a better world.


Escrito em 04/11/2010.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Doubts and certainties

I don't know where these roads will lead me
     I just know I wanna take 'em
I don't know where to turn
     I just know I don't wanna stop
I don't know if I'll find a way back
     I just know I wanna go
I don't know what's waiting for me around the corner
    I just know I'll take my chances
I don't know who I'll meet on the other end
    I just know I'll miss the ones behind.



Escrito em 29/10/2010.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A little shining spark

Have you ever stopped to think about your life? About what you're doing with it and where you're leading it? And have you ever stopped to think about the life and the lives that surround you? I don't mean it like "What are they doing?"... no, that's not the point. I mean it like "There's just so much to do and so many places to know, so much life waiting to be dicovered and..." and I'm here. Why? What have I done of my dreams? Are they supposed to be buried when I feel them knocking a little under the surface?

I don't think so.



Escrito em 20/08/2010.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Before the dream took form

I wish that just for once I could make things as easy as I wish they were...
I wish I could just greet my friends a bye-bye and spread my wings, fly through higher skies, play in clouds of white...
I wish dreams were not so distant, and that I could move freely between them and reality...
I wish life was as simple as we think it should be and we all would be happier and lighter...
I wish people were human, not just a result of this blood-thirsty society, this do-anything-for-money life style...
I wish feelings were not wasted and simply changed by fancy cars or fake intentions...


Escrito em 21/07/2010.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

The Very Beginning

Por onde começar?

Nem sempre a vida nos trata como gostaríamos; nem sempre a vida é tratada como deveria; nesse meio tempo, o que devemos fazer é aproveitá-la, vivê-la. Olhar as coisas positivas que ela nos oferece e aprender, aprender sempre, tanto com as coisas boas como com as coisas nem tão boas assim. Sofrer e sofrer perdas fazem parte da vida, e geralmente não temos como evitá-las, mas é, sim, opção de cada um de nós, o que fazer a partir disso. Podemos simplesmente continuar a sofrer e levar nossas vidas em uma lamúria infindável, como podemos decidir ser mais forte do que isso e fazer disso uma alavanca e uma vacina, que nos leva mais alto, nos fortalece e nos deixa mais preparados para enfrentar o mundo de frente, com perdas e ganhos, com apresentações e despedidas, com beijos e corações partidos.

Essa é só a introdução.
A partir de agora pretendo postar coisas que já foram escritas e coisas que ainda estão para ser escritas. Assim que minha viagem tiver início, quero fazer um relato, o mais frequentemente possível das novas experiências, dos novos lugares, das novas pessoas e novos aprendizados pelos quais vou passar.
Boa leitura, e nos falamos em breve.