E aí, galera!
Até que enfim estou postando notícias, mas aqui em casa ainda não tenho internet...
Bom, vamos começar pelo começo. E para ser assim, preciso agradecer a todo mundo, primeiramente à minha família, por todo o apoio que me deram desde que a ideia surgiu. Meu pai, minha mãe e meu irmão não deixaram de me incentivar em momento algum, e também não mediram esforços para que hoje eu pudesse estar escrevendo tudo isso de outro hemisfério. Em segundo lugar, gostaria de agradecer a Sol, que aceitou trocar aquele “bendito” Day2 comigo no dia e na hora certa, o que me faz agradecer em terceiro lugar o Éderson, popular Johnnie, por ter me ajudado desde o começo, e quando digo ‘desde o começo’ é porque foi dele que surgiu a oportunidade de fazer a viagem.
Tenho também que agradecer aos meus amigos por se mostrarem amigos reais em todos os momentos, me instigando a ir atrás daquilo que sempre quis e provando de várias formas que apesar da distância existir, ela não vai deixar com que nada mude, pelo menos não para pior. E a todas às outras pessoas que de um modo ou outro me ajudaram nessa conquista.
Agora vamos ao que interessa: galera show de bola lá na rodoviária no sábado à noite para me dar um tchau. Chorei, sim... chorei muito. E não eram lágrimas de tristeza (tá, um pouquinho, sim, admito), eram lágrimas de felicidade, de quem estava dando mais um passo para perto daquilo que um dia pareceu um sonho distante. Eram lágrimas de quem se afastava das pessoas que ama, mas que sabe que vão estar sempre prontas para estender uma mão quando preciso. A viagem até POA foi bem boa. Encontrei uma galera de Erechim no ônibus e conversamos um pouco, mas dormi quase o tempo todo (sim, eu dormi... hahaha). Cheguei em POA e mandei uma mensagem para o Bruno, que logo apareceu com a Lia e me fizeram companhia. A Lia foi embora mais cedo, mas o Bruno ficou comigo até a hora em que fui para meu portão de embarque. A viagem foi bem tranquila. Cheguei em SP e depois me encontrei com a Mari (minha prima a caminho de Johannesburgo), comemos e fui com ela até o portão de embarque dela. Depois fiquei vagando até encontrar o Renato, fizemos nosso check-in, encontramos a Débora e fizemos toda a burocracia de preencher papeis e passar pela segurança. Embarcamos no nosso American Airlines (coisa mais linda do mundo... hehehe) e partimos para Dallas. O avião era enorme. Pegamos um pouquinho de turbulência, mas foi pouca coisa, e mais uma vez, dormi um monte, exceto nas horas em que estava comendo. =D
Umas 10 horas depois, chegamos em Dallas e começamos as fotos ainda no caminho da imigração. Logo em seguida, o Marcos também chegou. Tudo correu bem, conforme esperado, e fomos despachar nossa bagagem para Saint Paul. O aeroporto de Dallas é enorme, e para irmos para nosso portão de embarque tivemos que pegar um trem que leva todo mundo de um lado para o outro (sem piloto nem nada do tipo, tudo automático, show de bola). Ah, e as pessoas são muitíssimo educadas. De Dallas para Saint Paul a viagem foi rápida, umas 2 horas e meia. Chegamos e encontramos o Camilo e outros guris brasileiros que vão fazer o estágio com nós. Não estava muito frio, um pouco mais que 0°C... hehehe. Mas tinha neve acumulada em tudo que era lado. Estávamos com fome e fomos almoçar no Old Country Buffet, onde nós encontramos nosso primeiro “All you can eat” (mais ou menos “Tudo que você pode comer”) por ridículos SEVEN DOLLARS!!! Hahahaha. Eu comi uns 14, eu acho. ^^ (...)
Ainda não terminei o post, mas tô sem tempo para terminar ele agora e tá na hora de sair para comemorar que passei no teste teórico para tirar minha carteira de motorista... e hoje é St. Patrick’s Day, não posso ficar em casa... hehehe.
Se cuidem e volto logo com mais notícias. Fiquem tranqüilos que aqui tá tudo ótimo.
Beijos e abraços.
Com saudades,
Dudu.
PS: escrevi isso quarta à noite, mas só consegui postar agora. Aqui são 6:50pm.